Foto: MEC/Divulgação

Foram abertas as inscrições para o Sisu+, etapa inédita e complementar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), nesta segunda-feira (15). Os estudantes que participaram de pelo menos de uma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos (2023, 2024, 2025) podem se inscrever no programa.

A participação no Sisu+ é restrita aos candidatos que tenham participado da fase regular do Sisu 2026, inscritos em, pelo menos, um curso.

O programa amplia as chances de acesso à educação superior dentro do mesmo processo seletivo, pois oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre em instituições públicas que aderiram ao Sisu.

Após o período de inscrições, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, em 24 de junho, no site do Sisu. De acordo com o edital, o período de matrícula para os selecionados começa no dia 25 de junho.

No ato da inscrição, o candidato poderá escolher até dois cursos, de forma independente das escolhas feitas no início do ano. Também será necessário indicar a primeira e segunda opção de preferência dos cursos.

Durante o período de inscrições, o participante pode alterar sua inscrição quantas vezes quiser. Se for preciso, os candidatos que participaram da etapa regular podem atualizar informações socioeconômicas e alterar modalidades de concorrência.

O candidato aprovado na chamada regular do Sisu 2026, se estiver matriculado em curso de graduação de instituição pública de ensino superior, pode participar do Sisu+, desde que escolha somente uma das vagas, pois a legislação proíbe que uma mesma pessoa ocupe duas vagas simultaneamente.

O Ministério da Educação (MEC) criou uma página eletrônica para esclarecer quaisquer dúvidas sobre a inscrição no programa. Para acessar, clique aqui.

A participação é opcional e gratuita. Para se inscrever no Sisu+, os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na parte do Sisu. O prazo das inscrições termina na próxima sexta-feira (19).

Por Gabriela Ferreira, aluna de Jornalismo da UNAMA, com supervisão da jornalista Isabella Cordeiro