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A inclusão de exemplares de peso, como “Harry Potter”, “Jogos Vorazes” e “O Hobbit”, impulsionou o número de acessos ao MEC Livros, biblioteca digital do Governo Federal. A estratégia tem atraído novos leitores, que chegam à plataforma em busca das sagas e acabam tendo contato com outras obras clássicas da literatura.

Atualmente, o MEC Livros reúne mais de 8 mil títulos disponíveis. O acervo inclui produções de autores consagrados, como Clarice Lispector e Ariano Suassuna, além de best-sellers contemporâneos, como “Eu Sou Malala”, das autoras Malala Yousafzai e Christina Lamb.

A proposta da plataforma é democratizar o acesso à leitura em todo o Brasil, oferecendo conteúdos educativos e de interesse geral de forma gratuita e acessível, incentivando o hábito da leitura e aproximando novos leitores a clássicos da literatura e materiais didáticos.

O acesso ao MEC Livros é feito de forma totalmente digital, seja pelo site oficial ou pelo aplicativo disponível nas principais lojas de aplicativos. Para entrar na plataforma, o usuário precisa utilizar uma conta gov.br.

O funcionamento é semelhante a uma biblioteca virtual, com empréstimos temporários: cada livro pode ser lido por até 14 dias, com possibilidade de o leitor decidir renovar por mais duas semanas.

Durante esse período, o usuário pode manter apenas um título por vez, sendo necessário devolvê-lo para realizar um novo empréstimo. A leitura é realizada diretamente no navegador ou no aplicativo, e, ao fim do prazo do empréstimo, a obra é automaticamente devolvida.

Por Gabriel Tabaraná, aluno de Jornalismo da UNAMA, com supervisão da jornalista Isabella Cordeiro