Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito aponta que aproximadamente 99 milhões de consumidores devem adquirir produtos ou contratar serviços ligados à Copa do Mundo 2026, que começa oficialmente no dia 11 de junho.
60% das pessoas pretendem fazer as compras para acompanhar a competição, como é o caso da enfermeira Jéssica Pinheiro, que já está preparada para a Copa.
“Eu já comprei as bandeirinhas, já comprei a bandeira do Brasil, já comprei o caminho de mesa, já comprei o tapete, já comprei as capas de almofada, já comprei bandeirinha no palitinho de dente para colocar, fazer as comidinhas. Então, é um evento que a gente reúne a família, se anima, se alegra”, comenta.
Segundo o economista e internacionalista Mário Tito, professor da UNAMA – Universidade da Amazônia, a Copa do Mundo movimenta diversos setores da economia, impulsiona as vendas e estimula o consumo, especialmente pela sensação de bem-estar e entusiasmo que o evento desperta na população.
“Um influencia o outro para poder viver o melhor possível esses momentos. Então, são pelo menos três partidas durante a fase de grupos que é certeza de ter jogo. Então, de certa forma, é nesses momentos que você acaba tendo uma coletividade de satisfação. Tem isso, gera um aumento sim, não só de um produto específico, mas da atividade econômica como um todo”, explica.
Para o varejo, o período é considerado estratégico. O comércio físico segue liderando a preferência dos consumidores, com 89% das pessoas planejando realizar compras presenciais.
A pesquisa também destaca que a maioria dos consumidores prefere assistir aos jogos em casa; outros planejam ver as competições em residências de amigos e familiares.
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