Foto: Reprodução / Instagram (teko.artivismo)

O Tekó – Coletivo de Artivismo Indígena promove a III Mostra Tekó de Artivismo Indígena, em Belém, nos dias 29 e 30 de maio. O evento é gratuito e reúne diferentes expressões artísticas produzidas por indígenas da Região Metropolitana e de outras regiões do Pará. Realizada no Sesc Ver-o-Peso, a iniciativa contará com exibições de filmes, apresentações musicais, dança, oficinas, feira de artesanato e exposição de artes visuais.

Um dos destaques da programação é a 1ª Mostra Audiovisual Esaetá, voltada ao cinema indígena contemporâneo. Entre os filmes exibidos, estão “Rami Rami Kirani”, dirigido por Lira e Luciana Tira Hunikuin, e “Quem Quer?”, da cineasta e diretora teatral Célia Maracajá, curtas premiados no Amazônia FiDoc e reconhecidos pelo protagonismo feminino indígena no audiovisual amazônico.

A agenda também inclui a exposição “Arte, Território e Retomada”, que reúne trabalhos de artistas indígenas e amazônidas que envolvem temas como ancestralidade, espiritualidade, corpo e memória. As obras utilizam diferentes linguagens visuais para abordar questões de identidade, pertencimento e conexão com os territórios amazônicos. A exposição poderá ser visitada até o dia 26 de julho.

No dia 30 de maio, a mostra audiovisual será dividida nas sessões Pindoretama, Maenry e Marajó, que também contará com a estreia do curta “Álibi”, da cineasta marajoara Jaci Garcia. O evento ainda terá oficinas de teatro, pintura corporal, cultura alimentar, histórias em quadrinhos, atrações musicais e outras atividades abertas ao público.

Mais informações sobre a programação podem ser consultadas no Instagram do coletivo: @teko.artivismo

SERVIÇO
III Mostra Tekó de Artivismo Indígena
Data: 29 e 30 de maio de 2026
Horário: 29/05, das 17h às 21h | 30/05, das 9h às 21h
Local: Sesc Ver-o-Peso (Boulevard Castilhos França, 522/523 – Campina, Belém – PA)
Programação gratuita, aberta ao público em geral e que cumpre as principais medidas
de acessibilidade.

Por Sarah Carreiro, aluna de Jornalismo da UNAMA, com supervisão da jornalista Isabella Cordeiro