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Uma iniciativa apoiada pela Equatorial Pará está ampliando as ações de proteção de crianças e adolescentes no estado. O projeto “Energia que Protege”, além de chegar às escolas, agora capacita profissionais que circulam diariamente pelas comunidades.

A informação é uma das principais ferramentas para prevenir situações de violência contra crianças e adolescentes. Por isso, o Energia que Protege passou a orientar quem está diretamente em contato com diferentes comunidades.

Cerca de 110 pessoas que fazem a leitura dos medidores de energia participaram das capacitações, com orientações sobre prevenção e como proceder diante de uma possível violação de direitos. A analista de responsabilidade social da Equatorial Pará, Michele Miranda, explica qual é o objetivo da iniciativa.

“A nossa intenção é trabalhar a informação, dialogar com as pessoas sobre a proteção aos direitos das crianças. Então [é importante] ter esse olhar com os nossos leituristas também, porque são as pessoas em campo, que estão constantemente na rua, na comunidade, estão mais próximos, vivenciando, conhecendo a realidade local”, afirma.

A iniciativa também chega às escolas públicas com atividades educativas voltadas à prevenção e à proteção da infância. A proposta é fazer essa informação chegar cada vez mais longe. “É um projeto inovador, é um olhar que a empresa tem também, que o grupo Equatorial está tendo a respeito desse enfrentamento à violência sexual das crianças e adolescentes”, destaca.

Em 2025, cerca de 6 mil alunos de Belém, Ananindeua e Marituba participaram das ações, que incluíram 43 apresentações teatrais. O projeto também recebeu o prêmio Neide Castanha, que reconhece ações de proteção de crianças e adolescentes. Agora, a iniciativa amplia a atuação para municípios do Nordeste Paraense e prevê chegar também ao arquipélago do Marajó.

Ouça a reportagem completa de Bianca Souza para o RádioJornal 30 Minutos: