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Tristeza constante, desânimo, alterações no sono e no apetite. Esses são os principais sinais da depressão, considerada um dos principais desafios da saúde mental atualmente. Quando esses sintomas começam a fazer parte da rotina e interferem na vida pessoal e profissional, é preciso redobrar a atenção.

De acordo com o psicólogo e professor Erick Saito, do curso de Psicologia da UNAMA – Universidade da Amazônia, o aumento dos casos de depressão está associado a transformações sociais e ao ritmo acelerado da vida moderna. Ele também fala sobre os impactos dos diagnósticos e do diálogo sobre o transtorno.

“A gente também fala mais sobre depressão, consequentemente, a gente consegue diagnosticar mais sobre a depressão. Hoje tem menos tabu, então as pessoas podem procurar mais acessibilidade dos serviços de saúde”, afirma.

O professor também explica o porquê de a depressão ser reconhecida como o mal do século, uma vez que ela está atrelada à cultura do desempenho – em que precisamos correr constantemente, ser fortes e dar conta de tudo o tempo inteiro. Sendo assim, esquecemos que somos seres humanos.

“Então, muitas das vezes essa pressão social ou das relações sociais, ou uma gama de variáveis que estão em trabalho em conjunto, acabam por provocar então os sintomas depressivos, por exemplo”, acrescenta.

A orientação de Erick Saito, enquanto profissional da psicologia, é que as pessoas procurem ajuda quando sentirem tristeza profunda e persistente, falta de ânimo e a ausência de prazer em atividades que costumavam ser prazerosas – considerando a gravidade do transtorno.

Ouça a reportagem completa de Bianca Souza para o Radiojornal 30 Minutos:

Texto por Isabella Cordeiro