Foto: Reprodução

O Paysandu anunciou na noite da última segunda-feira (05) que as inscrições para as eleições do clube estão encerradas. Apenas uma candidatura foi registrada, a chapa é liderada pelo atual presidente Márcio Tuma, ao lado dos vices Diego Moura e Ícaro Sereni.

Mesmo sem opositores, as regras do clube determinam que o candidato precisa passar pelas urnas e somar mais de 50% dos votos válidos para confirmar o mandato.

Se a chapa única perder para a maioria de votos brancos e nulos, o clube precisará seguir etapas específicas do estatuto do clube para não ficar sem comando: uma convocação de novas eleições, pois a Assembleia Geral do clube é obrigada a anular o pleito e publicar um novo edital de convocação de eleições em um prazo determinado pelo estatuto.

Logo após a chamada, o processo é totalmente reiniciado, permitindo que novos grupos de oposição se organizem para a abertura de novas chapas ou que a própria situação reformule seus nomes para tentar a aprovação dos sócios.

Durante esse período, até que o novo pleito ocorra e uma diretoria seja legitimamente eleita, o clube será gerido de forma temporária pelo Presidente do Conselho Deliberativo ou por uma junta governativa provisória nomeada pelos conselheiros, garantindo que o futebol e as obrigações financeiras, como por exemplo, a atual recuperação judicial do clube, não sejam interrompidas.

As eleições serão realizadas na Sede Social do Paysandu, na Avenida Nazaré, em Belém, no dia 3 de Novembro.

Por Gabriel Tabaraná, aluno de Jornalismo da UNAMA, com supervisão da jornalista Isabella Cordeiro