O Conselho Nacional de Educação (CNE) discutiu, na última segunda-feira (13), novas regras para o uso de inteligência artificial em escolas e universidades no Brasil. A proposta busca orientar como essa ferramenta pode ser manuseada no ambiente educacional, sempre com apoio ao trabalho dos professores e não como substituição.
Entre os pontos em debate estão a possibilidade de usar a inteligência artificial como suporte em atividades de estudo e planejamento, além da definição de limites para a utilização da tecnologia, como a proibição de correção automática de redações sem a revisão de um professor.
O texto também prevê que o tema inteligência artificial passe a fazer parte do conteúdo ensinado aos alunos. Depois desta etapa, a proposta precisa passar por outras análises e votação final antes de seguir para aprovação do Ministério da Educação.
As normas do CNE funcionam como um marco regulatório amplo que determina diretrizes para todos os níveis de ensino. Além disso, definem responsabilidades institucionais e objetivos estratégicos para escolas e universidades.
Saiba os detalhes com Bianca Souza, para o Radiojornal 30 Minutos: